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as Bahamas | as ilhas | como chegar | o que fazer | programe-se | operadoras
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arte, música e dança

Muitos bahamenses têm um lado artístico, que expressam por meio de sua arte colorida, música contagiante e dança exuberante. Quando visitar as Bahamas, reserve um tempo para ver a arte local. Sem causar surpresa, é uma arte vívida que reflete a beleza da população e suas ilhas.

A música tradicional das Bahamas é o goombay, que combina as tradições musicais da �frica com a influência colonial européia. O goombay, uma palavra bantu para “ritmo�, também se refere ao instrumento de percussão com pele de cabra usado para produzir o ritmo deste tipo de música.

Bandas rake and scrape tocam o goombay desde o tempo da escravidão, quando os escravos africanos tinham poucos recursos para criar instrumentos musicais. Normalmente as bandas rake and scrape contavam com um tambor feito a partir de um barril de carne de porco e pele de cabra, uma serra de carpinteiro que era esfregada com uma lima de metal, maracas, baquetas e um violino baixo caseiro (um tanque de lavar roupa com uma corda passando por ele presa a uma vara de um metro).

Tradicionalmente, a música rake and scrape é usada para acompanhar as danças de quadrilha bahamense e a polca heel and toe –outro exemplo de como as influências africana e européia se misturaram.

As bandas atuais de rake and scrape usam saxofones, guitarras elétricas e outros instrumentos além das serras e tambores goombay. Mas elas ainda mantêm o estilo original rake and scrape.

Se você for a um desfile Junkanoo, você ouvirá uma versão mais alta e agitada do goombay. Você também verá os participantes do desfile rushin’. Não bem uma dança, o rushin’ é mais uma marcha de desfile animada que consiste de dois passos para frente seguidos por um passo para trás.

Assim como o rushin’, o jump-in-dance teve suas origens no Oeste da �frica. Os dançarinos –liderados por uma pessoa– dançam em um círculo enquanto um deles se apresenta solo no centro. Há palmas, canto e às vezes uma bateria. Após alguns minutos, o dançarino no centro escolhe outra pessoa (geralmente do sexo oposto) para assumir seu lugar e a dança prossegue desta forma.

Alguns consideram a música sacra bahamense, que foi influenciada pela dominação colonial e pela cultura americana, como sendo sua melhor expressão cultural. Hinos religiosos lembram as canções dos escravos americanos trazidas para as Bahamas durante o período legalista. Também é comum ouvir gospel contemporâneo afro-americano e harmonias clássicas européias nos locais de culto. Em todos os locais, exceto nas igrejas mais rígidas, o canto congregacional é acompanhado por palmas, transe rítmico e dança espiritual.

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