

história
Comparadas às populares vizinhas Eleuthera, Exuma e Nassau, as Abacos permaneceram praticamente inexploradas até o final do século 18, quando a população não-indígena começou a crescer nesta pequena cadeia de ilhas.os legalistas
Eles sonharam que sua cidade se tornaria o Rei do Algodão do Caribe e, por alguns poucos anos, o sonho deles se tornou realidade. A economia das ilhas de Abaco prosperou e a população cresceu para mais de 2 mil pessoas. Mas a prosperidade trazida pelo algodão acabou em questão de poucos anos por causa de pragas e esgotamento do solo. A maioria dos colonos se mudou, deixando uma população de 400 nas ilhas no final do século –200 plantadores brancos e 200 escravos negros. A proporção de 50%-50% se mantém até hoje. As Abacos têm cinco vezes mais brancos per capita do que a Comunidade das Bahamas como um todo.
Nos anos 1800, as ilhas Abacos assumiram um caráter quase de Nova Inglaterra à medida que a pesca, a construção de barcos de madeira e "wrecking" –a pilhagem de navios avariados enquanto estão afundando– se tornaram o esteio da economia local. Foi necessário quase um século para que a construção de barcos destituísse a ilha de sua madeira e atualmente apenas duas empresas mantêm a tradição. Ainda assim, a herança legalista nas Abacos permanece forte. Muitos moradores das ilhas, normalmente chamados de Conky Joes, se opuseram veementemente à independência bahamense e até mesmo tentaram se separar das Bahamas e formar sua própria colônia britânica. Os descendentes dos colonos originais até mesmo foram à Inglaterra para solicitar o apoio da rainha Elizabeth II, mas seus esforços foram recusados.
Com excelente iatismo, pesca e mergulho, as ilhas Abacos estão entre os principais destinos turísticos nas Ilhas de Fora. As cidades históricas dos legalistas que sobreviveram oferecem uma experiência fascinante de viagem no tempo e contrastam de Nassau e Grand Bahama.
lendas modernas
achados e perdidos
Rumores de tesouros submersos surgem em toda parte das Bahamas, mas dois empresários de Nassau transformaram conversa em dinheiro quando descobriram moedas e prata da época do rei Felipe IV da Espanha, na ponta sudoeste de Great Abaco, e embolsaram US$ 20 mil.
evans cottman
A autobiografia, The Out Island Doctor, narra a vida de Evans Cottman e provavelmente é o livro bahamense mais conhecido. Acreditando no velho provérbio, a casa de um homem é seu castelo, Cottman literalmente construiu seu próprio castelo privado como residência no alto de uma colina com vista para Marsh Harbour. Sua filha, Gayle, ainda compartilha a vista espetacular com aqueles que visitam o terraço do castelo, agora transformado em um popular café e loja de presentes.
a família johnston
A curta viagem de balsa de Great Abaco a Little Harbour leva você ao complexo artístico da família Johnston, que iniciou sua própria versão dos Robinsons Suíços em 1951, quando seu veleiro naufragou neste porto adorável. Fato imita ficção. Os Johnstons começaram a morar em seu barco e em uma caverna próxima enquanto construíam uma casa na ilha. Atualmente, seus filhos e netos ainda moram em Little Harbour e, como artistas e escultores renomados, recebem visitantes em seu estúdio. A história dos Johnstons é narrada no livro Artist On His Island.

















