

história
Originalmente chamada pelo nome aruaque de ‘Yuma’, Long Island foi rebatizada de “Fernandina’ por Cristóvão Colombo em sua primeira viagem ao Novo Mundo, em 1492. Evidências arqueológicas mostram que os lucaios se estabeleceram em Long Island assim como fizeram por toda parte nas ilhas das Bahamas. Após o fim dos lucaios, que foram levados como escravos para Hispaniola e Cuba, não houve nenhum assentamento permanente até a chegada dos legalistas.
Várias famílias legalistas se estabeleceram em Long Island, algumas dando início a plantações de algodão e outras criando gado e ovelhas. As plantações prosperaram por apenas poucos anos e, na época da abolição da escravatura em 1834, a maioria entrou em colapso e foi abandonada. Hoje há muitas ruínas dessa época, a maioria encoberta pelo mato. Também há vestígios de algumas casas construídas após a escravidão, que geralmente são pequenas e feitas de pedra. Elas originalmente tinham teto de palha; hoje, a maioria possui telhas chatas de madeira.
A população de Long Island é de cerca de 3 mil habitantes. É a principal ilha de criação de animais nas Bahamas e seus produtores rurais também cultivam milho, ervilhas, bananas, abacaxis e outros produtos.















